A ergonomia cognitiva, ou avaliação de fadiga, foca os aspectos da atividade mental realizada pelo colaborador.
A aplicação da análise ergonômica da atividade mental visa adequar as exigências cognitivas da tarefa ao colaborador.v A ergonomia cognitiva permite a diminuição do esforço dispendido para compreender e desenvolver a tarefa, o que facilita o processo mental para a tomada de decisão e execução de determinada ação.
A análise ergonômica do trabalho mental procura evidenciar situações em que o sujeito recebe mais informações do que consegue tratar ou recebe informações que ele representa de uma maneira e que pode levá-lo a cometer erros.
De acordo com Montmollin (1986), citado por Morais & Mont'Alvão (1998, p.16), a Ergonomia Européia privilegia as atividades do operador, enfatizando desde o entendimento da tarefa aos mecanismos de seleção de informações, de resolução de problemas e de tomada de decisões, através da observação do trabalhador em condições reais.
Os laudos da avaliação cognitiva orientam a empresa para análise dos indicadores do grau de fadiga e o quanto será determinante na produtividade e na qualidade de vida dos funcionários.